quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Ungir pessoas e objetos! TIAGO 5:14-15

"Como o Dom de curar* ainda existia, ele(Tiago) orienta o doente a ter recurso para o seu remédio. É certo que nem todos eram curados, mas o Senhor dava o Seu favor quantas vezes Ele achasse proveitoso; nem é provável que o óleo era usado indiscriminadamente, mas somente quando havia expectativa de cura. Pois, juntamente com o poder era dado também prudência aos ministros, a fim de que eles não abusassem nem profanassem o símbolo. O desígnio de Tiago não era outro senão recomendar a graça de Deus, a qual o fiel poderia experimentar, para que o benefício disso não fosse perdido por causa de desdém ou negligência.


Para este propósito ele ordenou que os presbíteros fossem enviados, mas o uso da unção deveria ser restrita ao poder do Espírito Santo. Os papistas se orgulham fortemente desta passagem quando procuram aprovar sua extrema unção. Mas quão diferente é a corrupção deles da antiga ordem de Tiago.

 A unção com óleo sagrado foi uma prática estabelecida por Deus, no Antigo Testamento, com a finalidade de consagração de elementos do culto que deveria ser, em tudo, santificado.


Não é uma prática que tenha continuidade no Novo Testamento considerando que o culto do Antigo Testamento foi abolido na morte de Jesus Cristo com todos os seus elementos físicos, humanos e espirituais.

O texto do Novo Testamento registra a unção com óleo como uma prática de aplicação de medica-mento (o azeite de oliva era considerado um medicamento eficiente para várias enfermidades).

Tanto no Antigo quanto no Novo Testamento não existe qualquer ensinamento a respeito da utilização de óleo com a finalidade de cura milagrosa ou de obtenção de algum tipo de poder espiritual.
 
ELE ERA USADO
 
a) Para cuidar do corpo ou cuidados da beleza (Rt 3.3; Et 2.12; 2 Cr 28.15; Jz 16.8; Ez 16.9; Mt 6.17). Era omitido em períodos de luto (2 Sm 14.2; 12.20) ou grande tristeza (Dn 10.2,3), pois significava alegria (Pv 27.9; Sl 45.7; Is 61.3).


b) Com propósito medicinal (Is 1.6; Jr 51.8; Lc 10.34). Era muito comum o uso de óleo para inchaços e feridas de diversos tipos; machucados, cortados e qualquer tipo de ferimento.

c) Era oferecido a um convidado de honra (Sl 23.5; Lc 7.38,46; Jo 11.2; 12.3)

d) Também usado para honrar os mortos (Mc 16.1; Gn 50.2; 2 Cr 16.14) ou para preservar o corpo.

e) A unção cerimonial. Esta é a unção formal de um Sacerdote (Ex 28.41), profeta (1 Rs 19.15,16) ou de um Rei (1 Sm 10.1; 16.3,12). A idéia desse tipo de unção é de separação e consagração, isto é, dedicação da pessoa a determinada tarefa. Derramado sobre a cabeça da pessoa, o óleo cobre o corpo. A idéia é de revestimento de poder e autoridade. O verbo grego correspondente ao hebraico nesse tipo de unção é “Chrio”, uma palavra cognata de Christós, que deu origem ao nome Cristo. Portanto, a palavra “Cristo”, significa: O Ungido, o Separado por Deus para um ministério especial.

f) Também era usado para consagração de objetos (Ex 30.22-33; 40.9), com o mesmo propósito de separação.

Óleo da Unção


"Está alguém entre vós doente? Chame os presbíteros da igreja, e estes façam oração sobre ele, ungindo-o com óleo." Tg.5:14.

NA REALIDADE HOJE É USADO PARA FORTALECER A FÉ, E COM FÉ, RECEBERAS A CURA E A RESTITUIÇAO DOQUE TENS PERDIDO, PORQUE O SENHOR É BOM E TENS TE ABENÇOADO.

QUE DEUS ABENÇOE A TODOS

domingo, 27 de setembro de 2009

O TEMPO DE DEUS

“O tempo de Deus não é o nosso”.
“Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes. E lhe disse: Será assim a tua posteridade”. Gênesis 15:5. Primeiro Deus prometeu um filho a Abrão quando ele já era velho. Em seguida, após não conseguir gerar filhos, Sara resolve dar Agar, sua serva, como mulher para Abrão a fim de gerar descendentes.
Deus na Sua infinita bondade ainda sim fez mais uma aliança com Abrão e prometeu ao casal (agora Abraão e Sara) um filho mais uma vez. Segundo Gênesis 17, Sara já tinha seus noventas anos. Durante o aparecimento dos anjos, ela mesma riu sem acreditar como poderia gerar um filho já sendo velha. Segundo os anjos, Sara daria a luz após um ano da visita.
Isaque nasceu no tempo de Deus e não no de Sara e Abraão. “Sara concebeu e deu à luz a um filho a Abraão na sua velhice, no tempo determinado, de que Deus lhe falara”. Gênesis 21:2.
Não estamos aqui para julgar as atitudes de Sara e Abraão, até porque como seres humanos nós somos falhos e pecadores. Com certeza, duvidaríamos e riríamos, assim como Sara fez. Na nossa pequena visão de criatura, que mulher poderia dar a luz aos 90 anos? Parecia impossível, contudo, Deus prova mais uma vez que para Ele nada é.
Acredito que com esta prova de amor concedida por Deus, Abraão aprendeu a confiar no Senhor. O fato disto é comprovado nos próximos capítulos quando Deus põe Abraão à prova pedindo o sacrifício de Isaque. Agora imagine a situação de uma família que aguardou aquela criança por tanto tempo e em um rápido momento ter que devolver ao Pai. Quanto amor e confiança em Deus. Enfim, Abraão aprendeu.
Que nesta linda história, possamos aprender a confiar e acreditar que o tempo de Deus é o ideal, correto e verdadeiro. Se você ainda não conseguiu um emprego, estágio, namorado(a), a vaga na universidade ou qualquer pedido que você vem clamando a Deus há tempo não fique triste. Deus conhece a sua vida e sabe o tempo devido. Sendo assim, acreditando no tempo divino, a confiança no Pai progredirá mais e mais.